segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Confusa, feliz solidão.

A casa com você é uma casa.
Sem você é apenas mais um canto do mundo
onde não me sinto em casa.
Na cama, perco-me, como em um deserto.
Entre lençóis e o vazio de sua presença,

O sentimento é estranho,
É uma mistura de liberdade e solidão.
Esta casa gigantesca de dois cômodos
me parece um castelo.
Não te procuro, mas, também não te acho.
Só existe o silêncio e meus pensamentos.
Então, ouço o tic-tac do relógio de parede,
Que rompe o silêncio de minha solidão.
Ele soa tão ALTO que quase me ensurdece,
Como resultado, apenas não me deixa dormir.
Agora, Já são duas e trinta da manhã e logo irá amanhecer.
E só depois poderei ir ao seu encontro.
Para dar fim nesta feliz e confusa solidão.

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